
Os opostos não se atraem, se trucidam! Ou então, aquela velha conhecida, os opostos se distraem, até achar alguém que os entenda.
Não caia nessa, de achar que quanto mais teimoso, mas engraçadinha é a sua relação Ninguém vai pra frente brigando. E essa coisa que depois das brigas a gente se entende na cama, olha, não agüenta sozinho não.
Porque uma relação a dois não é só sexo. É convivência.
As pessoas ficam juntas por terem objetivos em comum, sintonia, cumplicidade. E isso só se tem se os dois pensarem o mais parecido possível ou se as diferenças não pesarem tanto na relação.
Gostar de um gênero musical diferente. Imagine você, não gosta de sertanejo e se vê apaixonada pelo Leonardo, um cavalheiro romântico, tão diferente daquele cantor que você detesta. Mas, ele canta isso o dia todo. Será que você percebeu até onde vai o amor? Ou então, você que não liga pra igreja, começa a se envolver com uma pastora que tem na religião boa parte da própria vida? Ah, mas isso são exageros?
Claro que são, mas são os que mais cometemos, achar que o que importa tanto pra um, você, com seu amor, irá mudar. Não se iluda.
Mudamos pequenos gostos, uma coisa ali o outro cede, mas não podemos mudar essencialmente o caráter, a moral familiar e tantas outras coisas que são embutidas em nosso mente por tanto tempo e que damos importância. Mudamos algumas coisas que o outro também gostaria de mudar e precisava de incentivo.
Então, procure uma pessoa com gostos parecidos, o máximo possível. Se você gosta de grude, procure alguém grudento, se gosta de brigar, procure alguém que tope entrar na briga, Gosta-se de gritaria, idem. Algumas coisas a gente cede, outras não, mas sempre ponha numa balança e veja pra que lado ela pende. Ela tem que pesar pro lado das alegrias, sempre.
G.P.



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